terça-feira, 1 de março de 2011

TIRIRICA NA COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA.

Escolha polémica
Brasil: Tiririca na Comissão de Educação e Cultura
2011-03-01 17:33:36
 

Brasília – A escolha de Tiririca para a Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados está a levantar polémica no sector da Eduação brasileiro.
A indicação do Tiririca para titular da Comissão de Educação espalhou a surpresa e o desconsolo entre educadores, sendo que há quem diga que o facto é um retrato da sociedade brasileira. O líder do Partido Republicano (PR), deputado Lincoln Portela, confirmou, na sexta-feira, a indicação do palhaço Tiririca, eleito deputado nas últimas eleições no Brasil, para a Comissão de Educação e Cultura da Câmara.

«É um retrato da sociedade que temos», disse o professor Mozart Neves Ramos, da ONG Todos pela Educação, em declarações ao jornal brasileiro O Estado de São Paulo.

O deputado eleito nas últimas eleições presidenciais teve que passar por um teste de alfabetização aplicado pela Justiça Eleitoral antes de tomar posse.
(c) PNN Portuguese News Network
FONTE:JORNAL DIGITAL.

Estudo diz que percepção sobre educação pública melhorou no País


Estudo diz que percepção sobre educação pública melhorou no País
28 de fevereiro de 2011  10h31  atualizado às 12h21

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De modo geral, a percepção de 48,7% dos entrevistados é de que a educação pública melhorou. Foto: Ipea/Reprodução
De modo geral, a percepção de 48,7% dos entrevistados é de que a educação pública melhorou
Foto: Ipea/Reprodução

Um estudo do Sistema de Indicadores de Percepção Social (Sips), publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), mostra que, de modo geral, a maior parte dos brasileiros considera que a educação pública melhorou ou pelo menos continua igual no País. No total, 48,7% dos entrevistados consideram que houve melhora, contra 27,2% que acham que não houve mudanças e 24,2% que acreditam que a educação piorou.
Apesar dos dados positivos, o estudo também chegou à conclusão de que "pode estar havendo uma estagnação ou diminuição do ritmo de avanço da qualidade de educação em regiões brasileiras onde os índices são melhores, mas ainda inferiores aos patamares internacionais de qualidade".
Isso porque quando os dados são analisados levando em conta uma divisão por regiões brasileiras, há discrepância. O Sul e o Sudeste, que apresentam os melhores índices educacionais do País, contam com níveis elevados de percepção negativa.
No Sudeste, a proporção de pessoas que consideram que a educação pública piorou é de 36,1%, enquanto 23,9% apontam que continua igual e 40% dizem que melhorou. No Sul, o número dos que acham que piorou é menor (17,5%), mas 39,6% acham que continua igual - 42,9% consideram que melhorou.
Nas regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte, a situação da percepção social da população em relação à educação pública é bem diferente. O Centro Oeste apresenta 62,9% de pessoas que dizem que a educação melhorou. No Nordeste, 56,2% consideram o mesmo, e no Norte, são 54,3% que acham que a situação melhorou.
Sexo, raça, faixa etária, escolaridade e renda
A proporção de pessoas que avaliam positivamente a educação pública no Brasil, em linhas gerais, tende a ser menor entre os mais velhos, os que ganham mais e os que têm maior escolaridade. Mulheres e pessoas que se declaram brancas também têm tendência a ser mais críticos.
Para quem tem mais de 54 anos, a noção de que a educação piorou ou continua igual chega a 55,7% do total de entrevistados. Esse número chega a 56,7% entre os que têm de 45 a 54 anos. Mas a avaliação fica mais positiva em faixas mais jovens. Entre 18 e 24 anos, são 51,1% os que consideração que a situação melhorou - e mais 39,6% acham que está igual.
De acordo com o estudo, essas avaliações positivas entre os mais jovens podem estar ligadas "à ampliação do acesso à educação básica, ocorrida nas últimas duas décadas, assim como à ampliação do acesso à educação superior, por meio de programas como o ProUni, e à implementação de ações afirmativas, a exemplo das cotas para ingresso na educação superior".
Como relação ao nível de escolaridade, por exemplo, 35,4% dos que têm nível superior ou pós-graduação disseram que o ensino piorou, contra 24,3% com a mesma opinião entre os que têm até a 4ª série do 1º grau.
A mesma tendência se verifica na divisão por níveis de renda. Entre os que ganham até dois salários mínimos, 19,3% acham que o ensino público piorou, mas esse número aumenta para 34,2% entre os que recebem entre 10 e 20 salários mínimos, por exemplo.
Na divisão por sexo, os homens foram mais otimistas. Entre os entrevistados, 51% dos homens acham que a situação melhorou - entre as mulheres, esse número foi de 46,6%. O gráfico dividido por declaração racial mostra que entre os negros e pardos a avaliação de que a educação melhorou é de 50,9%, mas esse número cai para 46,4% entre os brancos.
Pesquisa
Segundo o Ipea, a pesquisa foi feita com a aplicação de um questionário de 21 questões objetivas para 2.773 pessoas, em suas residências, em todo o País, no período de 3 a 19 de novembro de 2010. A amostra foi definida por cotas, tendo como parâmetro a Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (PNAD) de 2008, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Todos os entrevistado responderam a perguntas sobre a qualidade de educação pública no Brasil independentemente de frequentarem a escola ou serem responsáveis por alunos.
A pesquisa também não delimitou um período de comparação. Não foi perguntado aos entrevistados se houve melhora na última década ou nos últimos anos, por exemplo, e sim se melhorou.
Terra

PRAZO PARA ESCOLAS ADERIREM AO MAIS EDUCAÇÃO É PRORROGADO


Prazo para escolas aderirem ao Mais Educação é prorrogado
01 de março de 2011  16h38  atualizado às 16h42

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O Ministério da Educação (MEC) prorrogou, até o dia 28 deste mês, o prazo para as escolas públicas de educação básica pré-selecionadas para participar do programa Mais Educação aderirem ao programa e apresentarem planos de trabalho.
Das 16 mil escolas pré-selecionadas, 13,5 mil já apresentaram os planos de atividades. Para que a escola seja aceita no programa e receba recursos do MEC - em média, R$ 37 mil por unidade escolar -, precisa informar o número de alunos a serem atendidos, indicar as atividades oferecidas, apontar quantos monitores serão necessários e quem vai coordenar a educação integral. Os dados devem ser registrados no Sistema de Informações Integradas de Planejamento, Orçamento e Finanças do MEC, ao qual a escola tem acesso por meio de senha.
Criado em 2007, o programa Mais Educação começou a funcionar efetivamente em 2008. Desde então, passou de 386 mil para 2,2 milhões de estudantes atendidos em tempo integral, especialmente no ensino fundamental urbano.

Brasil fica em 88º lugar em ranking de educação da Unesco


Brasil fica em 88º lugar em ranking de educação da Unesco

País tem 700 mil crianças fora da escola primária, aponta estudo

da redação | 01/03/2011 17h 04
A Unesco, braço de educação e cultura da Organização das Nações Unidas (ONU), divulgou hoje em Nova Iorque a edição 2011 do The Education for All (EFA) / Global Monitoring Report (GMR). Em um ranking com 127 países que mede o desempenho na educação, o Brasil ficou na 88ª posição.
Com este resultado, o Brasil fica num patamar considerado médio para a área e atrás de vizinhos sul-americanos como Argentina, Chile, Equador e Bolívia.
A classificação usa um índice criado em 2000 na Conferência Mundial de Educação de Dacar, que estabelece metas de educação para todo o mundo a serem atingidas até 2015. 160 países assinaram o documento na ocasião.
Entre os objetivos estabelecidos pela Unesco, estão a ampliação da educação infantil, a universalização do estudo primário e o combate às desigualdades de gênero. Os primeiros colocados no ranking são, respectivamente, Japão, Reino Unido, Noruega e Cazaquistão.
O estudo aponta que no país há 700 mil crianças em idade escolar primária que não estão estudando e 14 milhões de adultos analfabetos.
Conflitos armados
O relatório também analisou na parte A crise oculta: Conflitos armados e educação a situação da educação em países que sofrem com conflitos armados. A conclusão é que 28 milhões de crianças não estudam por causa desses conflitos, além de ficarem expostas a violências.

No Afeganistão, por exemplo, foram registrados no mínimo 613 ataques em escolas em 2009, comparados aos 347 em 2008. Insurgentes no noroeste do Paquistão realizaram numerosos ataques contra escolas femininas, incluindo um no qual 95 meninas foram feridas. 
Fonte; Guia Estudante.

Brasil fica em 88º lugar em ranking de educação da Unesco - Guia do Estudante

Brasil fica em 88º lugar em ranking de educação da Unesco - Guia do Estudante

28 milhões de crianças ficaram fora da escola por causa dos conflitos armados.

SÃO PAULO. As guerras e os conflitos armados deixam 42% das crianças do mundo fora da escola. Um relatório divulgado hoje pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) revela que 28 milhões de crianças em idade escolar primária ficaram fora da escola em 35 países atingidos por conflitos violentos entre 2000 e 2008. Só de refugiados que se deslocam pelo mundo para fugir das guerras, a Unesco calcula que exista uma população de 43 milhões de pessoas. Mesmo nos campos de refugiados, o índice de crianças que conseguem estudar é baixo, 69%.
Apenas 2% dos recursos oriundos da ajuda humanitária vão para a educação, enquanto grande parte acaba sendo usada em gastos militares. Um corte de 10% nos gastos militares de 21 países em desenvolvimento colocaria 9,5 milhões de crianças na escola, 3,6 milhões só no Paquistão.
O "Relatório de Monitoramento Global de Educação Para Todos 2011" foi divulgado ontem pela Unesco, que considerou a relação entre os conflitos armados e a educação como uma "crise oculta". De acordo com o documento, existe um déficit de US$ 16 bilhões (cerca de R$ 26,56 bilhões) em financiamentos externos para cumprir o programa "Educação Para Todos", da Unesco. Seis dias de gastos militares dos países doadores cobriririam o déficit. A educação, no entanto, é a área que mais recebe negativas de ajuda humanitária. Apenas 38% das solicitações de programas educacionais são cumpridas, o que corresponde à metade das outras áreas.
Os conflitos comprometem também a educação secundária: nos países com crise armada, as taxas de matrícula no ensino secundário são reduzidas a um terço das registradas em países em desenvolvimento que vivem processos de paz. Esse número é ainda menor quando as matrículas são de meninas. A taxa de alfabetização de adultos em países em desenvolvimento caem de 92% para 79%, caso esses países estejam em guerra. E os conflitos se tornam cada vez mais longos: nos países de baixa renda, chegam a uma média de 12 anos e sobem para 22 anos em países com média baixa renda.
A deficiência na educação, segundo a Unesco, está diretamente relacionada à mortalidade das crianças e pode comprometer um futuro de paz para os países em conflitos. Um dos levantamentos aponta que, entre 2003 e 2008, 4,4 milhões de crianças menores de cinco anos morreram na África Subsaariana. Esse número cairia para 2,6 milhões se as mães tivessem recebido educação secundária. No Quênia, os filhos de mulheres que não completaram a educação primária tem duas vezes mais risco de morrer antes dos cinco anos em comparação aos filhos de mães com educação secundária e superior.
O relatório aponta que o mundo está longe de cumprir metas como a criar o acesso universal à educação básica até 2015. Ao contrário, a projeção é de que em 2015 o número de crianças fora da escola seja de 72 milhões. O financiamento da educação, principalmente nos países mais pobres, também atingiu, em 2010, níveis inferiores a 2008.
Brasil é o oitavo em adultos analfabetos
O relatório da Unesco mostra que a maioria dos adultos anaflabetos vive em apenas dez países. São 796% adultos considerados analfabetos, 283 milhões deles vivendo na Índia, 67 milhões na China, 51 milhões no Paquistão, 49 milhões em Bangladeshi. Nigéria, Etiópia e Egito tem, respectivamente, 35, 29 e 18 milhões de analfabetos. O Brasil aparece em oitavo lugar, com 14 milhões, seguido por Indonésia e República do Congo.
Fonte: O Globo.