Dando seguimento a sua política de valorização do magistério, o Governo
do Estado, por meio da Secretaria da Educação, vai liberar o pagamento
de pecuniárias e títulos represados de anos anteriores a mais de dois
mil servidores, alguns com processo de atualização parados desde 2003.
Mais de 60% dos servidores que estão com essas vantagens represadas
receberão na folha de setembro e os demais terão os valores atualizados
nos meses seguintes, à medida que os processos tiverem andamento.
As
vantagens pecuniárias foram regulamentadas pela Lei Complementar
Estadual 164, de 1999. De acordo com a legislação, os servidores com
tempo de serviço entre 15 e 20 anos, passariam a receber como
gratificação incorporada 1/6 do vencimento, e assim progressivamente,
até que os servidores com mais de 30 anos no desempenho de suas
atividades receberiam a mais 50% do salário. Com a Lei 203/2001, o valor
de referência para a concessão das pecuniárias passou a ser o salário
base do servidor em setembro de 2001.
A Secretaria esclarece
ainda que o Plano de Cargos do Magistério, regulamentado pela Lei
Complementar 322, de 2006, extinguiu as pecuniárias para os servidores
que ainda não haviam conquistado a vantagem, de acordo com o tempo de
serviço. Já as vantagens por título dizem respeito à conquista de
gratificações de cinco, dez e quinze por cento do salário, de acordo com
o título obtido pelo servidor, como especialização. Os valores pagos na
folha de setembro serão retroativos ao mês de janeiro de 2012.
De
acordo com a secretária de Estado da Educação, Betania Ramalho, essa é
mais uma clara demonstração de que a governadora Rosalba Ciarlini está
realmente colocando em prática o seu Plano de Educação, que tem o foco
na escola e na valorização do professor. “Já havíamos demonstrado isso
através do reajuste de 63,77%, concedido à categoria em pouco mais de um
ano de governo, e agora com a autorização para pagamento das vantagens
pecuniárias e por título, negadas pelas gestões anteriores. Mesmo com o
aperto no orçamento, cada vez maior devido à queda no repasse do Fundo
de Participação dos Estados, estamos fazendo o que é possível para
valorizar os nossos professores”, concluiu a secretária.
FONTE: GOVERNO RN.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Repórter da Agência Brasil
A média nacional de analfabetismo caiu de 9,7% para 8,6% no período. A maior proporção de analfabetos ainda é verificada na Região Nordeste, mesmo com queda na taxa de 18,8% para 16,9%. “A redução mostra que o Brasil está caminhando para alcançar a Meta de Dakar [estipulada pelo Fórum Mundial de Educação de Dakar, em 2000, e que deve ser alcançada até 2015] de reduzir para 6,5% os índices de analfabetismo no país. Temos que comemorar a redução”, disse.
“As ações do MEC [Ministério da Educação] tem surtido efeito. Outro ponto que consideramos importante é o estancamento de novos analfabetos entre os jovens, que já estão na escola e sendo alfabetizados", completou o presidente do Inep.
Segundo Costa, a dificuldade em erradicar o analfabetismo entre a população com mais velha acontece, entre outros motivos, por barreiras culturais. “Atingir pessoas com a faixa etária alta é difícil, mas essa queda mostra que os trabalhos dão resultado. Nos últimos anos, as quedas não foram como esperávamos. É uma maratona, mas estamos falando de uma redução de mais de um ponto percentual. A escuridão das letras deixou de existir para essas pessoas”, analisou.
Luiz Cláudio Costa calcula que 1,2 milhão de pessoas foram alfabetizadas no período da pesquisa e destacou que os esforços do MEC devem ser concentrados na Região Nordeste. “Os programas dos estados e municípios vêm trabalhando de forma integrada com o governo federal, mas sabemos que para continuar com reduções significativas é necessário concentrar esforços e aumentar investimentos. É uma obrigação do governo e direito de aprender do cidadão.”
Outro dado analisado pelo presidente do Inep é o impacto do rendimento familiar na matrícula da pré-escola. Segundo a Pnad, enquanto 69,1% das crianças de 4 e 5 anos com renda familiar per capita de até um quarto do salário mínimo estavam na escola, a proporção sobe para 88,9% na faixa de renda superior a um salário mínimo. “Por esse motivo, a construção de creches é tida como prioritária pelo governo da presidenta Dilma Rousseff. Precisamos oferecer as creches para todas as classes sociais. As mães precisam ter seus filhos na escola para trabalhar.”
Costa destacou ainda o investimento previsto pelo governo federal de R$
7,6 bilhões para abertura de 6 mil creches até 2014, como forma de
diminuir o impacto negativo da renda familiar na educação infantil.
Edição: Carolina PimentelFONTE: AGÊNCIA BRASIL.
Festival de Cinema de Brasília teve recorde de público e de produções inscritas
Brasília – Quase 25 mil pessoas passaram pelo 45º Festival de
Brasília do Cinema Brasileiro, segundo cálculos da organização do
evento. Apenas nas mostras competitivas, principal disputa do evento que
reuniu 30 produções cinematográficas, entre longas e curtas-metragens, a
estimativa é que, diariamente, 1,2 mil pessoas ocuparam os assentos da
Sala Villa-Lobos, do Teatro Nacional, que tem capacidade para 1,3 mil
pessoas.
Sede provisória do festival este ano, em função de obras no Cine Brasília, tradicional palco da festa de cinema da cidade, o Teatro Nacional abrigou as exibições dos principais filmes nos últimos oito dias.
“Tínhamos boa expectativa de público. Mas, como trouxemos para a Sala Villa-Lobos, não sabíamos se conseguiríamos lotar a sala que tem o dobro de lugares do Cine Brasília, mas tivemos sessões lotadas. O público prestigiou”, avaliou Sérgio Fidalgo, coordenador-geral do evento.
Pelas contas da organização do festival, nas 12 sessões das mostras competitivas, pelo menos 12 mil pessoas acompanharam as exibições. Somadas aos eventos paralelos e às apresentações simultâneas que ocorreram em quatro cidades do entorno da capital do país, a conta de Fidalgo ultrapassa a marca de 25 mil visitantes.
Todos os filmes exibidos na Sala Villa-Lobos foram reproduzidos ao mesmo tempo nas salas do Teatro Newton Rossi, no Sesc de Ceilândia, no Teatro de Sobradinho, no Teatro Paulo Autran, no Sesc Taguatinga e no Sesc do Gama.
“Nessas cidades [do entorno da capital, onde os filmes foram exibidos simultaneamente], estamos ainda no processo de conquistar o público. Tivemos 1,5 mil pessoas nessas sessões. Queremos, a cada ano, ganhar mais público. Estamos proporcionando a eles uma nova forma de ver cinema, com produções diferenciadas”, disse.
Entre os eventos paralelos à principal disputa do festival, o Festivalzinho, voltado para alunos da cidade, lotou a sala de pouco mais de 400 lugares no Teatro Nacional. O Festival de Brasília também manteve os tradicionais debates sobre os filmes e seminários sobre o cinema no país. Na Mostra Panorama Brasil, filmes nacionais variados foram exibidos nas tardes dos últimos oito dias.
Durante dois dias (sábado e domingo), a Sala Martins Pena abrigou a 17ª edição da Mostra Brasília, com disputas entre produções do Distrito Federal. “A Mostra Brasília também foi uma surpresa. O público nem coube na [Sala] Martins Pena, que tem 400 lugares e houve muita concorrência para assistir”, descreveu.
Fidalgo lembrou que, no total, foram inscritos mais de 600 filmes. O número representa um recorde nos últimos 45 anos de festival. “A gente sabe que nem sempre a quantidade reflete a qualidade mas, nesse caso, acho que as comissões de seleção conseguiram formar uma mostra bastante significativa, com filmes autorais de qualidade, que saem um pouco do conhecido previsível. Isso atraiu bastante o público”, avaliou o coordenador do evento.
Para o secretário de Cultura do Distrito Federal, Hamilton Pereira, o festival de cinema mais antigo do país, cumpriu sua tarefa“, com uma boa safra de filmes, que é o mais importante”. Segundo ele, as produções brasilienses conquistaram novamente o aval do público que acompanhou, com grande participação, a mostra específica criada para contemplar o mercado local.
“Hoje, o investimento do Fundo de Apoio à Cultura do DF é o maior - per capita - do país. O estímulo à produção continuará. Este ano, resultou na inscrição de mais de 100 obras [do Distrito Federal nas competições principais do festival], o que significa que estamos em um bom caminho. Ao Estado cabe oferecer condições adequadas para que o talento se expresse”, disse Pereira.
FONTE: AGÊNCIA BRASIL.
Sede provisória do festival este ano, em função de obras no Cine Brasília, tradicional palco da festa de cinema da cidade, o Teatro Nacional abrigou as exibições dos principais filmes nos últimos oito dias.
“Tínhamos boa expectativa de público. Mas, como trouxemos para a Sala Villa-Lobos, não sabíamos se conseguiríamos lotar a sala que tem o dobro de lugares do Cine Brasília, mas tivemos sessões lotadas. O público prestigiou”, avaliou Sérgio Fidalgo, coordenador-geral do evento.
Pelas contas da organização do festival, nas 12 sessões das mostras competitivas, pelo menos 12 mil pessoas acompanharam as exibições. Somadas aos eventos paralelos e às apresentações simultâneas que ocorreram em quatro cidades do entorno da capital do país, a conta de Fidalgo ultrapassa a marca de 25 mil visitantes.
Todos os filmes exibidos na Sala Villa-Lobos foram reproduzidos ao mesmo tempo nas salas do Teatro Newton Rossi, no Sesc de Ceilândia, no Teatro de Sobradinho, no Teatro Paulo Autran, no Sesc Taguatinga e no Sesc do Gama.
“Nessas cidades [do entorno da capital, onde os filmes foram exibidos simultaneamente], estamos ainda no processo de conquistar o público. Tivemos 1,5 mil pessoas nessas sessões. Queremos, a cada ano, ganhar mais público. Estamos proporcionando a eles uma nova forma de ver cinema, com produções diferenciadas”, disse.
Entre os eventos paralelos à principal disputa do festival, o Festivalzinho, voltado para alunos da cidade, lotou a sala de pouco mais de 400 lugares no Teatro Nacional. O Festival de Brasília também manteve os tradicionais debates sobre os filmes e seminários sobre o cinema no país. Na Mostra Panorama Brasil, filmes nacionais variados foram exibidos nas tardes dos últimos oito dias.
Durante dois dias (sábado e domingo), a Sala Martins Pena abrigou a 17ª edição da Mostra Brasília, com disputas entre produções do Distrito Federal. “A Mostra Brasília também foi uma surpresa. O público nem coube na [Sala] Martins Pena, que tem 400 lugares e houve muita concorrência para assistir”, descreveu.
Fidalgo lembrou que, no total, foram inscritos mais de 600 filmes. O número representa um recorde nos últimos 45 anos de festival. “A gente sabe que nem sempre a quantidade reflete a qualidade mas, nesse caso, acho que as comissões de seleção conseguiram formar uma mostra bastante significativa, com filmes autorais de qualidade, que saem um pouco do conhecido previsível. Isso atraiu bastante o público”, avaliou o coordenador do evento.
Para o secretário de Cultura do Distrito Federal, Hamilton Pereira, o festival de cinema mais antigo do país, cumpriu sua tarefa“, com uma boa safra de filmes, que é o mais importante”. Segundo ele, as produções brasilienses conquistaram novamente o aval do público que acompanhou, com grande participação, a mostra específica criada para contemplar o mercado local.
“Hoje, o investimento do Fundo de Apoio à Cultura do DF é o maior - per capita - do país. O estímulo à produção continuará. Este ano, resultou na inscrição de mais de 100 obras [do Distrito Federal nas competições principais do festival], o que significa que estamos em um bom caminho. Ao Estado cabe oferecer condições adequadas para que o talento se expresse”, disse Pereira.
FONTE: AGÊNCIA BRASIL.
Inep: queda do analfabetismo entre jovens é significativa; mais velhos ainda são desafio
Repórter da Agência Brasil
A média nacional de analfabetismo caiu de 9,7% para 8,6% no período. A maior proporção de analfabetos ainda é verificada na Região Nordeste, mesmo com queda na taxa de 18,8% para 16,9%. “A redução mostra que o Brasil está caminhando para alcançar a Meta de Dakar [estipulada pelo Fórum Mundial de Educação de Dakar, em 2000, e que deve ser alcançada até 2015] de reduzir para 6,5% os índices de analfabetismo no país. Temos que comemorar a redução”, disse.
“As ações do MEC [Ministério da Educação] tem surtido efeito. Outro ponto que consideramos importante é o estancamento de novos analfabetos entre os jovens, que já estão na escola e sendo alfabetizados", completou o presidente do Inep.
Segundo Costa, a dificuldade em erradicar o analfabetismo entre a população com mais velha acontece, entre outros motivos, por barreiras culturais. “Atingir pessoas com a faixa etária alta é difícil, mas essa queda mostra que os trabalhos dão resultado. Nos últimos anos, as quedas não foram como esperávamos. É uma maratona, mas estamos falando de uma redução de mais de um ponto percentual. A escuridão das letras deixou de existir para essas pessoas”, analisou.
Luiz Cláudio Costa calcula que 1,2 milhão de pessoas foram alfabetizadas no período da pesquisa e destacou que os esforços do MEC devem ser concentrados na Região Nordeste. “Os programas dos estados e municípios vêm trabalhando de forma integrada com o governo federal, mas sabemos que para continuar com reduções significativas é necessário concentrar esforços e aumentar investimentos. É uma obrigação do governo e direito de aprender do cidadão.”
Outro dado analisado pelo presidente do Inep é o impacto do rendimento familiar na matrícula da pré-escola. Segundo a Pnad, enquanto 69,1% das crianças de 4 e 5 anos com renda familiar per capita de até um quarto do salário mínimo estavam na escola, a proporção sobe para 88,9% na faixa de renda superior a um salário mínimo. “Por esse motivo, a construção de creches é tida como prioritária pelo governo da presidenta Dilma Rousseff. Precisamos oferecer as creches para todas as classes sociais. As mães precisam ter seus filhos na escola para trabalhar.”
Costa destacou ainda o investimento previsto pelo governo federal de R$
7,6 bilhões para abertura de 6 mil creches até 2014, como forma de
diminuir o impacto negativo da renda familiar na educação infantil.
Edição: Carolina PimentelFONTE: AGÊNCIA BRASIL.
Professores são selecionados para mestrado profissional em matemática
O resultado para o Programa de Mestrado Profissional em Matemática
(Profmat) já está disponível, foram pré-selecionados 1.570 professores
de escolas públicas para a turma 2013 do curso de pós-graduação, em
modalidade semipresencial, financiado pela Coordenação de Capacitação de
Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação. Entre os
dias 1 e 3 de outubro, os candidatos poderão pedir a revisão das notas
e, em 14 de outubro, será divulgado o resultado final.
Atualmente, 2.767 professores participam do programa, que tem como rede de apoio 59 instituições de ensino superior, num total de 74 polos presenciais em todo o Brasil. As aulas para os aprovados nesse terceiro processo seletivo iniciarão em março. O Profmat destina-se prioritariamente a professores da educação básica de escolas públicas e as aulas presenciais ocorrem uma vez na semana, geralmente na sexta-feira ou sábado. “O programa permite ao professor acesso as melhores universidades públicas do país”, observa Marcelo Viana, presidente do conselho gestor do Profmat.
Segundo ele, o programa é uma peça importante no processo de valorização profissional e precisa ser considerado pelas secretarias de educação, que empregam esses mestrandos. “Não é apenas uma questão salarial, mas esses professores vão voltar para a sala de aula mais qualificados”, acrescenta Viana.
“O Profmat é uma oportunidade única porque visa rever conceitos da graduação, mas focados na prática da sala de aula”, conta Fábio Luis de Brito, 39 anos, professor de ensino médio do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Na reta final para concluir o curso, o professor pretende escrever sobre a metodologia do ensino de funções. “Os alunos têm muita dificuldade nessa matéria e é possível buscar uma nova abordagem desse conteúdo”, explica.
Vanguarda – O Profmat é o primeiro e único programa de mestrado profissional stricto sensu, na modalidade semipresencial para professores do ensino médio em atividade, reconhecido e financiado pela Capes. O programa é coordenado pela Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) e é oferecido por instituições que integram o Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB).
Como a experiência tem se mostrado satisfatória, há propostas de mestrados profissionais em outras disciplinas em análise no comitê técnico científico da educação superior da Capes e próximos de serem lançados. “Estão sendo avaliados propostas de mestrados em letras e em física. O Profletras, por exemplo, será um programa de mestrado profissional para professores do ensino fundamental que dão aulas de português”, explica João Carlos Teatini, diretor de educação a distância da Capes.
FONTE: PORTAL DO MEC.
Atualmente, 2.767 professores participam do programa, que tem como rede de apoio 59 instituições de ensino superior, num total de 74 polos presenciais em todo o Brasil. As aulas para os aprovados nesse terceiro processo seletivo iniciarão em março. O Profmat destina-se prioritariamente a professores da educação básica de escolas públicas e as aulas presenciais ocorrem uma vez na semana, geralmente na sexta-feira ou sábado. “O programa permite ao professor acesso as melhores universidades públicas do país”, observa Marcelo Viana, presidente do conselho gestor do Profmat.
Segundo ele, o programa é uma peça importante no processo de valorização profissional e precisa ser considerado pelas secretarias de educação, que empregam esses mestrandos. “Não é apenas uma questão salarial, mas esses professores vão voltar para a sala de aula mais qualificados”, acrescenta Viana.
“O Profmat é uma oportunidade única porque visa rever conceitos da graduação, mas focados na prática da sala de aula”, conta Fábio Luis de Brito, 39 anos, professor de ensino médio do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Na reta final para concluir o curso, o professor pretende escrever sobre a metodologia do ensino de funções. “Os alunos têm muita dificuldade nessa matéria e é possível buscar uma nova abordagem desse conteúdo”, explica.
Vanguarda – O Profmat é o primeiro e único programa de mestrado profissional stricto sensu, na modalidade semipresencial para professores do ensino médio em atividade, reconhecido e financiado pela Capes. O programa é coordenado pela Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) e é oferecido por instituições que integram o Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB).
Como a experiência tem se mostrado satisfatória, há propostas de mestrados profissionais em outras disciplinas em análise no comitê técnico científico da educação superior da Capes e próximos de serem lançados. “Estão sendo avaliados propostas de mestrados em letras e em física. O Profletras, por exemplo, será um programa de mestrado profissional para professores do ensino fundamental que dão aulas de português”, explica João Carlos Teatini, diretor de educação a distância da Capes.
FONTE: PORTAL DO MEC.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
AULA INAUGURAL - PROJETO DESPERTAR 2012 ESCOLA ESTADUAL TEÔNIA AMARAL
Nesta segunda-feira, dia 17 de setembro
de 2012, às 19 horas, foi realizada a Aula Inaugural do Curso de
Empreendedorismo, do PROJETO DESPERTAR,
que vem se realizando há 8 anos, na Escola Estadual Teônia, atendendo a alunos
do Ensino Médio, desta Instituição de Ensino.
Como a escola ainda encontra-se em
reforma, o evento aconteceu na Escola Estadual Cel. Silvino Bezerra, onde foi
proferida a palestra de autoestima “MUDANÇA
DE VIDA”, pelo Sr. prof. Rafael Demétrius, palestrante do SEBRAE, na qual,
estiveram presentes: alunos, professores, funcionários, equipe gestora da
referida escola, também esteve presente o Sr. José Porfírio Filho, gestou da
Escola Estadual Cel. Silvino Bezerra.
Assim, damos início a mais um desafio de
Empreendedorismo, através do PROJETO DESPERTAR, Educação Empreendedora, com alunos empreendedores do Ensino Médio
da Escola Estadual Teônia Amaral, neste ano de 2012, coordenado pela profª
Maria José Paulino e responsável pelo desempenho do projeto na escola.
Museu de Nísia Floresta realiza a 6ª Primavera dos Museus
A 6ª
Primavera dos Museus que está sendo realizada
em Nísia Floresta RN, evento que acontece anualmente e envolve museus de todo o
país.
Participe.
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