domingo, 17 de fevereiro de 2013
Repentistas decidem criar sindicato nacional da categoria
Brasília – No último dia do 2º Encontro Nordestino de Cordel, cordelistas e repentistas de vários estados decidiram criar o seu sindicato nacional. Duas propostas foram colocadas em votação: a que previa sindicatos estaduais e a de um sindicato único de âmbito nacional, com o apoio de delegacias estaduais. Foi aprovada a proposta de sindicato único. “Entendemos que fica mais fácil fazer essa administração no momento. Da outra forma, haveria a possibilidade de, em vez de criar um sindicato forte, criar dez ou 15 sindicatos fracos”, disse o repentista Antônio Lisboa Filho, que participou da mesa de discussão.
Para Chico de Assis, organizador do encontro e também repentista, a criação de um sindicato para a categoria foi um dos temas centrais dos três dias de evento. “O tema mais polêmico foi a questão do sindicato. Mas foi muito bem esclarecido. Agora a gente está sabendo que passo tem que ser dado para chegar lá”, declarou. Agora, os repentistas deverão instalar uma comissão que será responsável por desenvolver o estatuto do sindicato e levá-lo à apreciação das associações da categoria em todo o país.
Lisboa Filho entende que a entidade de classe ajudará os repentistas a conquistar a aposentadoria, outro tema discutido no encontro. “Pessoas pensam que cordelistas, repentistas e declamadores não têm patrões. Mas nós trabalhamos na promoção de eventos, trabalhamos para empresas, para órgãos governamentais, e temos questões de direitos autorais. O sindicato é um órgão que vai aglutinar uma grande quantidade de cantadores, que precisam de um sindicato para defender”, disse. Para ele, o evento alcançou seu objetivo. “Em regras gerais, atendeu às expectativas. Existem algumas questões mais internas, que serão mais bem debatidas. Mas essa discussão começa aqui e vai pros estados, discutidas nas associações”.
Assis tem a mesma opinião do colega, e acredita que o encontro de Brasília foi um início de uma série de debates maiores. “Eu acho que o encontro valeu. O embate foi ótimo, a gente vai levar um legado proveitoso desse encontro. Agora, a gente vai definir as comissões, para poder encaminhar aos órgãos competentes e lutar pelos direitos dessa categoria,
FONTE: AGÊNCIA BRASIL.
MEC reconhece cursos superiores presenciais e a distância
Brasília – O Ministério da Educação (MEC) publicou na edição de hoje (15) do Diário Oficial da União portarias que reconhecem 126 cursos superiores de graduação em instituições privadas e públicas. Foram reconhecidos ainda 30 cursos superiores na modalidade de educação a distância.
A maior parte dos cursos presenciais e de educação à distância reconhecidos nas portarias está em instituições particulares, mas há também vagas em universidades federais e institutos federais de educação, ciência e tecnologia.
O reconhecimento é uma segunda etapa do processo de abertura de cursos. Primeiramente, a instituição pede autorização do Ministério da Educação para iniciar a oferta de uma turma. O reconhecimento deve ser solicitado pela instituição de ensino superior quando o curso de graduação tiver completado 50% de sua carga horária. O reconhecimento de curso é condição necessária para a validade nacional dos diplomas.
Entre os cursos reconhecidos estão os tecnológicos em construção de edifícios, da Universidade Estácio de Sá (RJ); em análise e desenvolvimento de sistemas, da Faculdade de Pato Branco (PR) e o bacharelado em engenharia elétrica, do Instituto de Estudos Superiores da Amazônia (PA).
As listas com os cursos reconhecidos, número de vagas autorizadas e as instituições estão em cinco portarias (38, 39, 40, 41 e 42). Mais duas portarias, as de número 45 e 46, renovam o reconhecimento de 91 cursos superiores. A renovação do reconhecimento deve ser solicitada pela universidade ou faculdade ao final de cada ciclo avaliativo do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) – que analisa as instituições, os cursos e o desempenho dos estudantes.
Em janeiro, o Ministério da Educação havia autorizado o funcionamento de 69 cursos superiores em instituições privadas.
FONTE: AGÊNCIA BRASIL.
Prefeitos têm desafio de universalizar a pré-escola até 2016
Brasília – Os prefeitos que assumiram o cargo no início deste ano
terão um desafio a cumprir até o fim do mandato, em 2016: universalizar a
pré-escola. A matrícula de todas as crianças na faixa etária de 4 a 5
anos tornou-se obrigatória em 2009. O prazo final foi fixado para 2016 e
a responsabilidade recai sobre os municípios aos quais cabe a educação
infantil.
O desafio dos prefeitos será garantir vagas para as crianças na rede pública. Alguns municípios, entretanto, não têm unidades suficientes e precisarão construir novos prédios. Além disso, virão mais gastos com os profissionais contratados e a manutenção das novas instalações.
Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que, em 2010, havia 1.154.572 crianças na faixa de 4 a 5 anos fora da escola. A matrícula na pré-escola, no entanto, avançou na última década. Em 2000, 51,4% das crianças nessa faixa etária tinham acesso à educação, patamar que saltou para 80,1% em 2010.
Há pouco mais de um mês exercendo o mandato de prefeito de Araguapaz, município goiano com 8,5 mil habitantes, Fausto Luciano antecipa que será difícil cumprir a meta sem mais recursos do governo federal. “Hoje é quase impossível. Os recursos do Fundeb [Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação] são escassos. Com os recursos de que dispomos hoje, será preciso existir algo mais até 2016 para que isso seja implementado. É um desafio para os gestores que estão entrando agora”, disse Luciano.
As prefeituras recebem apoio federal por meio do Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos para a Rede Escolar Pública de Educação Infantil (ProInfância). O objetivo é financiar a construção de unidades de educação infantil para atender a crianças de até 5 anos, faixa etária da creche à pré-escola.
Pelo programa, a prefeitura providencia o terreno e o Ministério da Educação (MEC) financia a construção, os equipamentos e o mobiliário. A meta do atual governo é construir 6 mil novas creches e pré-escolas até 2016. Dados do MEC indicam que 742 unidades de educação infantil foram entregues nos dois primeiros anos de gestão da presidenta Dilma Rousseff e cerca de 5,6 mil estão em construção.
Mesmo assim, alguns gestores se preocupam com o custo da manutenção. É o caso do prefeito de Cachoeira Grande, no Maranhão, Francivaldo Souza. “Estamos construindo uma creche, mas, para fazer funcionar, temos que ter a ajuda do governo federal. Não falo só nos equipamentos, mas também da manutenção”, disse ele.
A secretária municipal de Educação de Colinas, no Tocantins, Odaléa Sarmento, considera a meta ambiciosa e acredita que uma alternativa seria apoiar a ampliação dos prédios municipais. “Os municípios têm prédios com infraestrutura de escola de ensino fundamental. Temos que adaptar esses ambientes para a educação infantil, para essa faixa etária”. Ela também defende que o governo do estado assuma a responsabilidade pela etapa final do ensino fundamental, para que os municípios concentrem esforços na educação infantil.
Embora a questão financeira seja a mais citada entre as dificuldades a serem superadas, a diretora executiva do movimento Todos pela Educação, Priscila Cruz, aponta que a gestão nos municípios terá importância fundamental para viabilizar a infraestrutura e contratação de profissionais para a universalização da pré-escola até 2016. “Se a gestão e a implementação não forem muito rigorosas e competentes, no espaço de quatro anos, não se dá conta de colocar em pé toda a estrutura necessária para garantir vagas para essas crianças todas.”
A inclusão do pré-escolar ocorreu por emenda à Constituição. Antes da mudança, o ensino fundamental era a única fase escolar obrigatória no Brasil. Desde então, o ensino passou a ser obrigatório dos 4 aos 17 anos, abrangendo a pré-escola, o ensino fundamental e o médio.
Edição: Davi Oliveira
FONTE: AGÊNCIA BRASIL.
O desafio dos prefeitos será garantir vagas para as crianças na rede pública. Alguns municípios, entretanto, não têm unidades suficientes e precisarão construir novos prédios. Além disso, virão mais gastos com os profissionais contratados e a manutenção das novas instalações.
Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que, em 2010, havia 1.154.572 crianças na faixa de 4 a 5 anos fora da escola. A matrícula na pré-escola, no entanto, avançou na última década. Em 2000, 51,4% das crianças nessa faixa etária tinham acesso à educação, patamar que saltou para 80,1% em 2010.
Há pouco mais de um mês exercendo o mandato de prefeito de Araguapaz, município goiano com 8,5 mil habitantes, Fausto Luciano antecipa que será difícil cumprir a meta sem mais recursos do governo federal. “Hoje é quase impossível. Os recursos do Fundeb [Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação] são escassos. Com os recursos de que dispomos hoje, será preciso existir algo mais até 2016 para que isso seja implementado. É um desafio para os gestores que estão entrando agora”, disse Luciano.
As prefeituras recebem apoio federal por meio do Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos para a Rede Escolar Pública de Educação Infantil (ProInfância). O objetivo é financiar a construção de unidades de educação infantil para atender a crianças de até 5 anos, faixa etária da creche à pré-escola.
Pelo programa, a prefeitura providencia o terreno e o Ministério da Educação (MEC) financia a construção, os equipamentos e o mobiliário. A meta do atual governo é construir 6 mil novas creches e pré-escolas até 2016. Dados do MEC indicam que 742 unidades de educação infantil foram entregues nos dois primeiros anos de gestão da presidenta Dilma Rousseff e cerca de 5,6 mil estão em construção.
Mesmo assim, alguns gestores se preocupam com o custo da manutenção. É o caso do prefeito de Cachoeira Grande, no Maranhão, Francivaldo Souza. “Estamos construindo uma creche, mas, para fazer funcionar, temos que ter a ajuda do governo federal. Não falo só nos equipamentos, mas também da manutenção”, disse ele.
A secretária municipal de Educação de Colinas, no Tocantins, Odaléa Sarmento, considera a meta ambiciosa e acredita que uma alternativa seria apoiar a ampliação dos prédios municipais. “Os municípios têm prédios com infraestrutura de escola de ensino fundamental. Temos que adaptar esses ambientes para a educação infantil, para essa faixa etária”. Ela também defende que o governo do estado assuma a responsabilidade pela etapa final do ensino fundamental, para que os municípios concentrem esforços na educação infantil.
Embora a questão financeira seja a mais citada entre as dificuldades a serem superadas, a diretora executiva do movimento Todos pela Educação, Priscila Cruz, aponta que a gestão nos municípios terá importância fundamental para viabilizar a infraestrutura e contratação de profissionais para a universalização da pré-escola até 2016. “Se a gestão e a implementação não forem muito rigorosas e competentes, no espaço de quatro anos, não se dá conta de colocar em pé toda a estrutura necessária para garantir vagas para essas crianças todas.”
A inclusão do pré-escolar ocorreu por emenda à Constituição. Antes da mudança, o ensino fundamental era a única fase escolar obrigatória no Brasil. Desde então, o ensino passou a ser obrigatório dos 4 aos 17 anos, abrangendo a pré-escola, o ensino fundamental e o médio.
Edição: Davi Oliveira
FONTE: AGÊNCIA BRASIL.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Educação: avaliações avançam e escolas buscam melhorar a qualidade do ensino
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| Estudantes da UFRN nos EUA: ingresso nas melhores universidades do mundo |
A Educação brasileira passa por significativa mudança que aponta para um ensino voltado para o contexto social, norteado por avaliações que medem a qualidade do que chega ao aluno, sintonizado com as perspectivas reais de desenvolvimento e interessado em ser parte integrante do mapa da alta tecnologia internacional.
Essa trajetória rompe paradigmas ingênuos e desnecessários e derruba o nefasto princípio da “decoreba” – que impôs a inconsequente cultura da cópia do que já está escrito. Dessa maneira, desde os primeiros anos de ensino, a criança se deparava com a imperiosa necessidade de decorar textos já escritos. Na adolescência, o ritmo da “decoreba” do que já tinha sido escrito, além de permanecer, era ampliado. Chegando a plenitude da juventude e com ela o Ensino Médio e o consequente vestibular, a “decoreba” chegava ao seu auge. A universidade pública estava a um passo, mas para chegar lá precisava decorar mais e melhor do que os outros. Ganhava o prêmio de ingresso no ensino superior o aluno que decorasse com mais categoria, eficiência e entusiasmo.
Resultado: outros países, em condições até inferiores, avançando com o desenvolvimento pautado na ciência e na tecnologia, e o Brasil ficando para trás.
A
busca pela retomada do desenvolvimento a partir do ingresso, de
verdade, no mapa da ciência e da tecnologia, tem levado o país a
estabelecer programas ambiciosos como o “Ciência sem fronteiras” que
está levando estudantes brasileiros para as principais universidades do
planeta.
A era da avaliação do ensino
A Educação não se muda da noite para o dia. Mas, para mudá-la, é preciso se dar os primeiros passos. O estabelecimento de avaliações que meçam a qualidade do ensino que está chegando ao aluno – em toda sua trajetória na Educação Básica, é um importante passo.
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| Alda Castro: "problemas complexos e multifacetados" |
O
Índice do Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) e o Exame Nacional
do Ensino Médio (ENEM) representam avanços e colocam em relevo o
trabalho da Escola.
Segundo a professora Alda Castro, coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Educação, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), embora os sistemas de avaliação possam contribuir para a melhoria dos resultados da educação brasileira, eles não são fatores determinantes e nem os únicos responsáveis por índices educacionais mais significativos.
“Os problemas da educação brasileira são complexos e multifacetados, a avaliação deve ser utilizada como um instrumento de diagnóstico para se detectar as causas dos baixos índices educacionais e instituir políticas públicas articuladas para melhorá-los”.
Segundo a professora Alda Castro, coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Educação, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), embora os sistemas de avaliação possam contribuir para a melhoria dos resultados da educação brasileira, eles não são fatores determinantes e nem os únicos responsáveis por índices educacionais mais significativos.
“Os problemas da educação brasileira são complexos e multifacetados, a avaliação deve ser utilizada como um instrumento de diagnóstico para se detectar as causas dos baixos índices educacionais e instituir políticas públicas articuladas para melhorá-los”.
FONTE: ANOTE RN.
Fundação José Augusto e Ministério da Cultural oferecem oficinas gratuitas de música
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| André Muniz: oficina sobre obra de Bethoveen |
As
oficinas gratuitas de música, oferecidas pela parceria da Fundação José
Augusto com o Ministério da Cultura, acontecem de 18 de fevereiro a 06
de março, em diversos locais de Natal, RN.
As
inscrições para o ciclo de oficinas de música podem ser feitas na sede
da Fundação José Augusto, no bairro do Tirol, Natal, das 9h às 13h, ou
solicitadas pelo e-mail nucleodeculturarn@gmail.com.
As
primeiras oficinas acontecem nos dias 18 e 19 de fevereiro, dentro da
programação "Pensando Música", no Circuito Cultural DoSol. Serão
ministradas por Camila Pedrassoli e têm como tema "Rodie - Assistente de
Palco".
A programação das oficinas é a seguinte:
FONTE: ANOTE RN.
Estudantes de Biblioteconomia da UFRN promovem festival de Literatura de Cordel
| Biblioteca Zila Mamede é parceira |
O Centro Acadêmico Zila Mamede do Curso de Biblioteconomia da UFRN promove, no dia 12 de março, seu primeiro festival de Literatura de Cordel.
O festival, em comemoração ao Dia do Bibliotecário, tem como parceira a Biblioteca Zila Mamede (UFRN), e é voltado para os alunos do curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
As inscrições podem ser efetuadas pelo e-mail: e.cazma@gmail.com, indicando, no corpo da mensagem, nome completo e período que o aluno está cursando. Se o interessado já tiver versos prontos pode anexar à inscrição. Cada autor pode inscrever quantos cordéis desejar.
Segundo a vice-presidente do CAZMA, Alexsandra Santana, "O festival tem por objetivo promover o maior registro de produção intelectual dos alunos do Curso de Biblioteconomia na categoria de Literatura de Cordel", informa a vice-presidente do Centro Acadêmico, Alexsandra Santana.
A
primeira etapa do festival terá a produção de cordéis com temas de
livre escolha, podendo a autoria ser individual ou em grupo. Em seguida,
os cordéis confeccionados serão encaminhados para uma banca de seleção,
pela qual serão escolhidos os três primeiros colocados.
Já
na segunda etapa do festival será proposto um tema de relevância para a
sociedade, como forma de apoio e incentivo na tomada de decisão frente a
problemas sociais.
FONTE: ANOTE RN.
Hospital Walfredo Gurgel capacita profissionais e ganha novos equipamentos
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| Walfredo Gurgel recebe novos equipamentos |
Estão previstos também 05 focos cirúrgicos, colchões de ar, microscópio para cirurgias oftalmológicas, sistema de digitalização das imagens do setor de tomografia, sistema de monitoramento com câmeras, novo microscópio para as cirurgias oftalmológicas e um ecocardiógrafo.
O Walfredo Gurgel, pertencente a rede de saúde do RN e principal hospital de Natal, também está concluindo as obras de construção dos dormitórios para profissionais de nível médio e superior. Serão sete dormitórios, que abrigarão 41 beliches, em um total de 82 camas.
O hospital promete ainda melhoria no quadro de recursos humanos, um dos pontos precários em sua estrutura funcional. Segundo informações de sua direção, o quadro de pessoal contará com 80 técnicos de enfermagem, 18 enfermeiros, 06 médicos clínicos para a porta de entrada do Pronto Socorro Clóvis Sarinho, 04 cirurgiões e 06 enfermeiros para a classificação de risco, e 06 médicos intensivistas para o Centro de Recuperação Pós-operatório.
No
campo da capacitação profissional, no próximo dia 5 de março, cerca de
100 servidores retomam as aulas do curso de inglês, promovido em
parceria com o Instituto Legislativo Potiguar (ILP). O curso é voltado
para a linguagem hospitalar, em razão da Copa do Mundo 2014.
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