sábado, 18 de agosto de 2012

Ex-presidente do Inep diz que principal objetivo do Ideb é mobilizar sociedade

Brasília – Nesta semana, o Ministério da Educação (MEC) divulgou os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2011, indicador que mede a qualidade do ensino no país. Para cada escola, rede de ensino, município e estado é atribuída uma nota de 0 a 10. De posse desses resultados, agora é hora de os gestores analisarem aquilo que o Ideb indica e buscar soluções para superar problemas na qualidade da oferta.
Reynaldo Fernandes, ex-presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), acredita que o principal objetivo do Ideb é a mobilização da sociedade. “É preciso que as escolas e os pais tenham uma ideia do retrato da qualidade do ensino. É preciso que a escola olhe esses número, compare com outras e reflita. E os pais perguntem por que aquela escola vai bem ou não”, defende Fernandes, que foi o responsável pela criação do indicador em 2005.
Uma das recomendações é que a escola compare o resultado obtido com outras unidades da mesma rede que recebem um público semelhante. Também é importante verificar se as metas de melhoria da qualidade foram atingidas. O Ideb atribui uma nota diferente para três etapas da educação básica: anos iniciais (1º ao 5º) e anos finais (6º ao 9º) do ensino fundamental e ensino médio. Todos os entes federados e escolas têm metas a serem cumpridas até 2022, bicentenário da Independência do Brasil.
“Nós temos um sistema de educação descentralizado, ou seja, a oferta é feita por mais de 5 mil redes, se eu não tenho um critério de aferição de resultados que seja comparável, as escolas correm o risco de ficar isoladas. A comparação é importante porque nenhuma medida faz sentido sem uma referência”, explica Reynaldo.
Outra tarefa importante para as escolas é aprender a “ler” os resultados do indicador. O Ideb é calculado a partir da taxa de aprovação e do desempenho dos alunos na Prova Brasil, avaliação aplicada pelo Inep a cada dois anos. É a partir dessas informações que o indicador é calculado e os dados também devem ser observados isoladamente. Assim, a rede de ensino ou escola pode identificar se o problema é de fluxo ou de aprendizagem – ou a combinação de ambos.
Fernandes ressalta que o Ideb é apenas um dos vários instrumentos possíveis para avaliar a qualidade. Ele critica o ranqueamento das escolas a partir das notas e recomenda que os gestores comparem seus resultados com outras unidades e redes que atendam a um perfil de alunos semelhante.
“Por isso é importante a divulgação de todas as escolas para você ter essa referência e não para fazer como se fosse um campeonato em que quem chega em primeiro lugar ganha um troféu, como se fosse uma corrida de Fórmula 1”, aponta. Os resultados do Ideb estão disponíveis para consulta no site do MEC.
Edição: Graça Adjuto
FONTE: AGÊNCIA BRASIL.

Professores começam a retomar as aulas nas instituições federais

Os professores da Universidade de Brasília (UnB), uma das maiores instituições federais do país, decidiram pelo fim da greve nesta sexta-feira, 17. Docentes de outras universidades e institutos federais também definiram, por meio de assembleias, retomar as aulas, são elas: as  universidades federais do Rio Grande do Sul (UFRGS); de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA); de São Carlos (Ufscar), no câmpus de Sorocaba; de São Paulo (Unifesp), no câmpus de Guarulhos; de Santa Catarina (UFSC);  doze câmpus do Instituto Federal do Paraná (IFPR) e três do Instituto Federal do Acre (IFAC). O calendário de recuperação das atividades é definido pelos conselhos universitários de cada instituição.

A Ufscar, por exemplo, já reiniciou as atividades para concluir o primeiro semestre em setembro. Logo em seguida, será aberto o período de matrículas para iniciar o segundo semestre. As aulas na UFRGS também já voltaram. Lá, a proposta de ajustes no calendário acadêmico será apreciada pelo conselho universitário da instituição  na próxima semana. Na UFCSPA, o segundo semestre já está em andamento. A pós-graduação já suspendeu a greve nos cursos das engenharias, tecnologias e medicina. Entre os institutos, 149 câmpus estão funcionando normalmente.

O Ministério da Educação reafirma que as negociações com os sindicatos dos docentes estão encerradas e que não há hipótese de rever o critério da titulação na progressão. As tabelas apresentadas pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão deixam claro que o governo federal buscou, principalmente, valorizar a titulação e a dedicação exclusiva.

Assim, o aumento maior (40%) destina-se ao professor titular com dedicação exclusiva, o que eleva o atual vencimento de R$ 12,22 mil para R$ 17,05 mil. Um professor com doutorado, recém-ingressado na carreira, passa a receber salário de R$ 8,4 mil durante o estágio probatório. Concluído esse período, de três anos, chegará a R$ 10 mil.

A proposta prevê aumentos que variam entre 25% e 40% sobre os salários de março, já reajustados, a serem pagos em 2013, 2014 e 2015, na proporção de 50%, 30% e 20%.  O reajuste, a partir de março de 2013, será de no mínimo 13%. Isso representa impacto de R$ 4,2 bilhões no orçamento federal. Nos próximos dias, o Ministério do Planejamento vai enviar ao Congresso Nacional, na Lei Orçamentária Anual (LOA), a proposta de carreira dos professores das universidades e dos institutos federais, já apresentada às entidades representativas dos professores.

O Ministério da Educação tem acompanhado junto às instituições os planos de reposição das aulas perdidas durante a greve e pretende supervisionar diretamente a aplicação do calendário letivo. Pelos cálculos, os professores terão de trabalhar em dezembro e janeiro e, em alguns casos, também em fevereiro do próximo ano.

Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: educação superior, professor, carreira, greve
FONTE: PORTAL DO MEC.

MEC distribuirá R$ 80 milhões para projetos de extensão

O Ministério da Educação divulgou a relação das instituições públicas de ensino superior que receberão recursos para projetos de extensão universitária. O Programa de Apoio à Extensão Universitária (Proext), da Secretaria de Educação Superior (Sesu) do MEC, aprovou 781 propostas de 114 instituições públicas de ensino superior.

Em 2013, projetos de 57 universidades federais, 24 institutos federais, 30 instituições estaduais e três municipais receberão mais de R$ 80 milhões. Os recursos se destinam a projetos de extensão com foco nas diferentes políticas atuais de inclusão social.

O Proext foi criado em 2002 e articula 16 órgãos governamentais, com suas respectivas políticas públicas, com as ações desenvolvidas pelas universidades. “O programa procura apoiar propostas de extensão das universidades públicas que estimulem a inclusão social, contribuindo para a formação dos profissionais do futuro”, explicou o coordenador geral de relações estudantis da Sesu, Lucas Ramalho.

Os projetos enfocam políticas como o Mais Educação, o Ensino Médio Inovador, a educação indígena, quilombola e de jovens e adultos, a capacitação de trabalhadores, a saúde na escola e a educação ambiental. Os universitários que participam dos projetos podem receber bolsa de R$ 360,00 mensais.

Assessoria de Comunicação Social


Acesse a lista de projetos selecionados no ProExt
FONTE: PORTAL DO MEC.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Ministro destaca mudanças no ensino médio


Currículo menos fragmentado
Locução - No programa de rádio, Hora da Educação, do Ministério da Educação, o ministro Aloizio Mercadante destacou o que é preciso mudar no ensino médio. O índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb) divulgado esta semana mostra que, de 2005 a 2011, o ensino médio foi a etapa da educação básica no Brasil que menos avançou. Loc - Mercadante disse que as ações devem passar pela ampliação das escolas de tempo integral e a reformulação do currículo. Segundo ele, o novo currículo deve ser mais flexível e menos fragmentado. O ensino médio da rede pública tem hoje 13 disciplinas obrigatórias, podendo chegar a 19 com as optativas.
Loc - Mercadante disse ainda que o novo currículo do ensino médio deve ser organizado com base nas quatro áreas de conhecimento cobradas pelo Exame do Ensino Médio (Enem) – matemática, língua portuguesa e redação, ciências da natureza e humanidades.
Clique aqui para ouvir as mudanças no ensino médio anunciadas pelo ministro Aloizio Mercadante no Hora da Educação.
 http://redecomunicadores.mec.gov.br

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Integração família, leitura e reforço resultado de sucesso na educação





As cidades do interior têm o melhor resultado em índice de qualidade da educação básica.
O sucesso desse trabalho acontece na integração e participação da família, incentivo a leitura e reforço escola.
A Cidade de CLARAVAL-MG foi a que apresentou o melhor desempenho na avaliação do MEC, obtendo a média de 8,5. O resultado desse sucesso se fez necessário a formação continuada dos professores, todos os docentes formados, passando também por uma avaliação na instituição, também o número de alunos por sala não ultrapassa 20.
Parabéns a todos os estados brasileiros que cumpriram a meta do Índice de Desenvolvimento da Educação (IDEB) para os anos iniciais do ensino fundamental em 2011.
O indicador avalia a qualidade do ensino no país a partir das taxas  de aprovação e desempenho das escolas, municípios e estados na Prova Brasil.
Os estados com as melhores notas foram Minas Gerias e S. Catarina, certamente os profissionais na educação, são bem valorizados.  
FOTO: JURACI ARAÚJO.

Mercadante culpa estados por pífio desempenho do Ensino Médio no IDEB

Desempenho pífio do RN e Alagoas preocupam ministro
O ministro de Educação, professor Aloísio Mercadante, jogou a batata quente do fraco desempenho do ensino médio, registrado pelas últimas informações do IDEB (Índice do Desenvolvimento da Educação Básica) para os estados. 
Como é de conhecimento de todos  o Rio Grande do Norte está abaixo da média e disputa com o estado de Alagoas o último lugar. 97% das escolas de ensino médio no País pertencem às redes estaduais de ensino, mas as mais qualificadas são as escolas técnicas e Cefet´s, todas vinculados ao governo federal.
Para Mercadante, existe um imenso desafio pela frente e para melhorar a modalidade de ensino será preciso estruturar primeiramente o currículo. Que para ele, é extenso. São 13 disciplinas, mas tem escola com 19 matérias complementares. É matéria demais.
Outro fator relatado pelo ministro é o número elevado de alunos que estudam no período da noite, que é um horário nada agradável para o desenvolvimento da aprendizagem. Ele também quer que os secretários estaduais de Educação vejam os projetos sinalizados pelo MEC como meios de qualificação. São projetos como o Pronatec e ensino médio inovador. 
FONTE: ANOTE RN.

SENAC abre 395 vagas gratuitas em cursos profissionalizantes para setembro

Frente do SENAC Zona Sul, em Natal
O SENAC/RN vai abrir 395 vagas gratuitas para cursos profissionalizantes no mês de setembro para estudantes do Rio Grande do Norte.

O programa SENAC Gratuidade irá contemplar os municípios de Natal, Macaíba, Mossoró e Parnamirim. Serão oferecidos cursos nas áreas do Comércio, Turismo, Informática, Saúde, Negócios e Gestão.

As inscrições começaram na segunda-feira (13) e prosseguem até a segunda (20), por meio do site WWW.rn.senac.br/psg. A seleção dos candidatos será feita de acordo com a ordem de inscrição efetuada no site.

Os candidatos devem possuir renda familiar mensal per capita de até dois salários mínimos e atendam aos requisitos pelo curso escolhido.

Os melhores serão convocados através de publicação de listas no site do SENAC para a apresentação de documentos comprovantes de renda e requisitos do curso escolhido. As convocações serão feitas até que o total de vagas seja preenchido.

Cursos oferecidos Os cursos oferecidos são: Operador de Computador, Promotor de Vendas, Almoxarife, Auxiliar de Recursos Humanos, Auxiliar Administrativo, Higienista em Serviços de Saúde, Camareira em Meios de Hospedagens, Recepcionista em Meios de Hospedagem, Vendedor e Recepcionista.