terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Estudantes do RN vencem a Olimpíada de Língua Portuguesa



A Educação Pública do Rio Grande do Norte foi um dos destaques da Olimpíada de Língua Portuguesa, que teve o seu resultado final divulgado nesta segunda-feira (10). O Estado conquistou o primeiro lugar em duas categorias. Na categoria Artigo de Opinião, a estudante Taiana Cardoso Novais, da Escola Estadual Professor José Fernandes Machado, de Natal, saiu vencedora com o texto “Natal: Noiva do Sol, Amante da Prostituição”. Ela foi orientada pelo professor Ladmires Luiz Gomes de Carvalho, que já havia conquistado um bom resultado na edição anterior.

Já o primeiro lugar na categoria Poema veio para o estudante Henrique Douglas de Oliveira, da Escola Municipal Ariamiro Germano da Silveira, do município de José da Penha. Orientado pela professora Simone Bispo de Moura Costa, ele escreveu o poema “Ô de casa?!”. Além da medalha, os alunos premiados receberão notebook e impressora. Já as escolas nas quais eles estudam receberão laboratórios de informática com 10 computadores, impressora, projetor e telão, além de livros para biblioteca.

A Olimpíada de Língua Portuguesa premiou os cinco estudantes vencedores nacionais em cada categoria. Na grande final, em Brasília, 38 candidatos concorriam nas categorias Poema, Memórias, Crônica e Artigo de Opinião. Do Rio Grande do Norte, sete estudantes conquistaram espaço na última etapa.

Além de Taiana Cardoso e Henrique Douglas, concorriam Diego Sousa Guimarães, da Escola Estadual Ainda Ramalho, de Mossoró, na categoria Artigo de Opinião; Eridiany Aparecida Gonçalves, da Escola Estadual Tarcísio Maia, de Pau dos Ferros, na categoria Memórias Literárias; Larissa Rebeca Araújo, da Escola Estadual Teônia Amaral, de Florânia; Maria Klívia Melo, da Escola Municipal Professora Nair Fernandes Rodrigues, de Assú, e Vinícius Henrique Silva, da Escola Municipal Elisiario Dias, de São Miguel, todos na categoria Crônica.

Iniciativa do Ministério da Educação e da Fundação Itaú Social, a Olimpíada de Língua Portuguesa desenvolve ações de formação de professores com o objetivo de contribuir para a melhoria do ensino da leitura e escrita nas escolas públicas brasileiras. A cada biênio, nos anos pares, o projeto realiza um concurso de produção de textos que premia as melhores produções de alunos de escolas públicas de todo o país.

Coordenado pelo Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária - CENPEC, o projeto tem como parceiros o Conselho Nacional de Secretários de Educação - CONSED, a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação – UNDIME, e o Canal Futura.

FONTE: SEEC RN

Olimpíada premia os estudantes vencedores da terceira edição


Patrícia Queiroga, 16 anos, abraçada por sua professora, conquistou medalha na categoria artigo de opinião, ao falar sobre preservação e memória: “Não podemos esquecer nosso passado e precisamos valorizar nossa cultura” (foto: Letícia Verdi/MEC)  Após meses de preparo, entre seletivas municipais, estaduais e oficinas regionais, chegou ao fim a terceira edição da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro. Este ano, mais de três milhões de estudantes do quinto ano do ensino fundamental até o terceiro ano do ensino médio participaram, além de quase 100 mil professores em 40 mil escolas da rede pública brasileira.

A cerimônia de encerramento foi realizada nesta segunda-feira, 10, em Brasília. Dos 152 finalistas, nas categorias poema, crônica, artigos de opinião e memórias literárias, 20 levaram a medalha — cinco de cada gênero. O tema deste ano foi O Lugar onde Vivo.

O secretário de educação básica do Ministério da Educação, Cesar Callegari, ressaltou o espírito mobilizador da olimpíada e garantiu que iniciativas semelhantes têm contribuído para a melhoria da qualidade do ensino e do aprendizado. Segundo ele, foram mapeadas na rede pública de ensino 18 iniciativas iguais. “É um esforço coletivo. Os professores estão envolvidos em muitas oficinas de formação”, disse. “Os resultados de tudo isso começam a ser medidos, tanto é que o índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb) vai mostrando uma evolução consistente.”

Exemplo — Os professores formam um dos principais eixos da olimpíada. Eles recebem material didático e cursos de formação a distância ou presencial para auxiliar os estudantes durante o processo. Afinal, o trabalho começa na sala de aula.

A escola em que a professora Simone Bispo trabalha, em José da Penha, Rio Grande do Norte, é um exemplo do caráter motivador da olímpiada. Nas três edições, a instituição ficou entre as vencedoras. Este ano, o estudante Henrique Douglas de Oliveira, 12 anos, aluno de Simone em turma do sexto ano, levou o primeiro lugar na categoria poema. Ele escreveu sobre a rotina do pai, vaqueiro, e do sítio onde vive. “É um sabor especial”, afirma a professora.

Temas — Os textos dos premiados envolve uma gama de assuntos, desde temas mais sérios, como preservação ambiental e prostituição, até abordagens com humor. De Douradoquara, Minas Gerais, Roberta Oliveira Morim, 14 anos, optou por contar uma história divertida. Seus pais, sentados na plateia, choraram ao vê-la receber medalha na categoria crônica. A estudante do nono ano escreveu sobre os zurros matinais de um jumento da sua cidade. Após a medalha, Roberta espera servir de exemplo aos colegas de turma. “Eu não imaginava, mas se consegui, eles podem conseguir também”, afirmou.

Patrícia Vieira de Queiroga, 16 anos, também acredita que sua conquista estimulará os demais alunos. Vencedora na categoria artigo de opinião, ela escreveu sobre a preservação de uma chaminé em antiga fábrica na cidade de Pombal, na Paraíba. “Defendi a preservação da memória”, disse a estudante do segundo ano do ensino médio. “Não podemos esquecer nosso passado e precisamos valorizar nossa cultura.”

A Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro é organizada pela Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC, em parceria com o Instituto Itaú Social. A União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e o Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed) são parceiros, com o canal Futura.

Paula Filizola
Palavras-chave: língua portuguesa, olimpíada
FONTE: PORTAL DO MEC.

Acordo com França prevê a distribuição de 2 mil bolsas de pós-graduação

O programa Ciência sem Fronteiras do Ministério da Educação vai ampliar a oferta de bolsas para brasileiros interessados em estudar na França. Agora, serão aceitos alunos de pós-graduação, além daqueles de graduação. Parceiros de longa data, os dois países assinam em Paris nesta terça-feira, 11, às 15h30, de Brasília (18h30 na capital francesa), memorando de entendimento entre os ministérios brasileiros da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação com o Ministério do Ensino Superior e da Pesquisa da República da França. O acordo será firmado durante a viagem oficial da presidenta da República, Dilma Rousseff, acompanhada, entre outros, do ministro da Educação, Aloizio Mercante.

O documento propõe que nos próximos três anos a França receba dois mil bolsistas brasileiros, de doutorado e pós-doutorado, nas modalidades doutorado-sanduíche, doutorado pleno e estágio pós-doutoral. As condições de envio e recepção dos bolsistas serão formuladas pelas agências de cooperação dos respectivos países.

O objetivo desse novo acordo é fortalecer as relações bilaterais no contexto de pesquisa científica, considerada a reconhecida excelência das universidades francesas, particularmente nas áreas de ciências básicas e engenharias.

Parceria – Os governos brasileiro e francês vêm tecendo um trabalho de cooperação forte e positivo ao longo das últimas décadas. A parceria mais antiga da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do MEC com a França data da década de 70. Atualmente, a Capes mantém oito programas de cooperação internacional com a França.

Em 2011, os ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação do Brasil já tinham firmado com o Ministério das Relações Exteriores da França acordo relativo à recepção de bolsistas brasileiros naquele país, na área de graduação. Ao lado dos Estados Unidos, a França é o país com maior número de bolsistas brasileiros.
FONTE: PORTAL DO MEC.

Escola Capital Mor Galvão faz lançamento de filme em Currais Novos RN.